Afiliado, NINGUÉM te ensina isso sobre Análise de Métricas no Google Ads
Publicado em 13/07/2026 · 22:58 · 13 capítulos
Nesta aula: Abertura: quem é Tyron e por que a análise de métricas é o diferencial; Nomenclatura, orçamento e como ele afeta a entrega da campanha; Status da campanha e diferença de performance entre contas; CPA desejado e a hierarquia campanha x grupo de anúncios.
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Índice temático com momentos do vídeo
00:00 — Abertura: quem é Tyron e por que a análise de métricas é o diferencial
- Se apresenta: cerca de 1 ano e meio no mercado, quase 3 milhões faturados majoritariamente em fundo de funil, além de review e e-commerce.
- Credita à análise de métricas os 65% de lucro que consegue manter sobre o faturamento.
01:44 — Nomenclatura, orçamento e como ele afeta a entrega da campanha
- A campanha deve ser nomeada com produto, data de início e comissão para facilitar a identificação.
- O orçamento é um limite diário: mesmo variando dia a dia, no fechamento do mês ele se regula pelo valor informado.
- Orçamento maior sinaliza ao Google mais margem de compra e acelera impressões e cliques.
- 02:43 — Estourar o orçamento diário é normal quando o produto é de alta busca
- 03:38 — Cuidado ao subir o orçamento de uma vez em produto de alta busca — vender depende também da página, do pixel e da campanha
04:08 — Status da campanha e diferença de performance entre contas
- Status como qualificado, limitado ou moderado indica restrições, comuns em produtos que não podem vincular certas imagens em algumas regiões.
- Contas diferentes podem performar de formas diferentes com o mesmo produto — inclusive pagando CPAs distintos — por isso vale testar mais de uma conta.
05:10 — CPA desejado e a hierarquia campanha x grupo de anúncios
- O CPA desejado é a meta de custo por aquisição informada ao Google, que pode gerar uma ou mais vendas dentro daquele valor.
- Alterações feitas dentro do grupo de anúncios sobrepõem as configurações da campanha — se a edição foi feita pelo grupo de anúncios, é ali que deve seguir editando.
06:14 — Métricas básicas: impressões, cliques e CTR ideal
- Impressões medem quantas vezes o anúncio apareceu no leilão; cliques medem o acesso ao site; CTR é a divisão entre os dois.
- Para fundo de funil, um CTR saudável fica entre 5% e 15%; abaixo de 5% vale revisar os títulos do anúncio.
07:11 — Lendo o leilão: posição do anúncio e cuidado com desconto exibido
- Ensina a simular a pesquisa como se fosse nos Estados Unidos (gl=us) para visualizar a posição real do anúncio.
- Anúncios na parte superior costumam vir com preço e sitelinks, mas isso não significa que anúncios sem imagem não convertam.
- Após uma atualização do Google, os anúncios do topo também podem reaparecer na parte inferior da página.
- Alerta para não anunciar um percentual de desconto que não bate com o valor real — isso gera desconfiança no cliente.
09:18 — Parcela de impressão: o verdadeiro tamanho do leilão
- A parcela de impressão mostra o 'market share' do leilão — qual fatia do público está sendo de fato alcançada.
- Com um exemplo prático, mostra como calcular o tamanho total do leilão a partir da parcela capturada.
- 10:47 — Mito: aumentar ou diminuir o CPA não 'troca' de leilão, só muda a capacidade de compra dentro do mesmo leilão
- 11:24 — Quando a parcela de impressão já está perto de 100%, não dá mais para escalar dentro daquela conta
- 12:01 — Como escalar de verdade: duplicar a campanha em outra conta e URL para capturar outra fatia do leilão
12:36 — Parcela de impressão perdida por classificação e por orçamento
- A métrica indica com que frequência o anúncio deixou de aparecer no topo da página.
- A classificação é calculada pelo lance somado à qualidade do anúncio e do site de destino.
- 13:47 — Por que o SEO da pressel ajuda o Google a entender a página e melhora o índice de qualidade
14:43 — CPC médio e referência de custo por nicho
- O CPC médio é a soma de todos os cliques pagos dividida pela quantidade de cliques.
- Como referência pessoal: acima de R$50-60 já é caro para nutracêutico, R$18-19 é caro para e-commerce e R$13-14 é caro para produto digital — sempre dependendo da comissão do produto.
15:39 — CPA real x CPA médio desejado
- CPA real (custo por conversão) é quanto de fato custou trazer uma venda.
- CPA médio desejado é o alvo que a inteligência artificial do Google está buscando na campanha, recalculado conforme os ajustes de público feitos.
- Exemplo prático: uma campanha informada com CPA de R$599 estava trabalhando de fato com um CPA médio de R$601, por causa de ajustes feitos para cima em alguns públicos.
17:41 — Custo, valor de conversão e o papel do pixel
- Custo é o total investido; valor de conversão é a receita bruta gerada; conversões são as vendas registradas no pixel.
- Não existe ferramenta de pixel 'melhor' — o resultado depende do método de trabalho de cada afiliado.
- 18:37 — A inteligência do pixel dura apenas 15 dias: sem conversão nesse período ele fica inativo
19:09 — Cliques por venda, ROI e a ilusão das 'informações de leilão'
- Cliques por venda mostra a taxa de conversão e pode ser adicionado como coluna personalizada no Google Ads.
- ROI/lucro é a métrica final — no caso dele, 63% de lucro líquido sobre os 3 milhões faturados.
- A aba de informações de leilão pode enganar: dependendo do filtro (parcela, sobreposição, taxa de posição superior), a mesma conta aparece ora em primeiro, ora em último lugar.
20:51 — Espionando concorrentes e o conselho final: sem apego a produto ruim
- Dá para copiar a URL de concorrentes visíveis no leilão e usar o SimilarWeb (KW/URL Players) para ver quais palavras-chave e páginas eles usam.
- Recomenda manter a parcela de impressão acima de 10% para conseguir monitorar a concorrência no leilão.
- Fecha reforçando que ROI é a métrica mais importante: campanha que já mostrou vários dias de prejuízo deve ser desligada, sem apego ao produto.